4º dia pós-Trump: a crónica de André Barata que acertou erradamente

Ao quarto dia da Era Trump ( uma metáfora, não acredito na era Trump) , comprei o Expresso (peço desculpa, compreendo a vossa reprovação  mas, de vez em quando, ainda acontece).  Só então li a Crónica do meu colega André Barata inserida no Interior e distribuída pelo Expresso mas  escrita na terça de noite a quando havia uma esperança de sensatez na Pensilvânia. Era só uma centelha. Pois, o cronista exprimia o seu desejo “Não espero que Trump ganhe. E ainda bem”.

Lendo o texto do André Barata quase  todos percebemos que teríamos feito o mesmo na  terça feira ao fim do dia.  Qiuando lemos pela primeira vez a Crónica no Sábado, a sensação de perplexidade é, por isso, mais estranha. De onde vem essa estranheza? Reconhecimento de que a esquerda está distraída, focada no wishful thinking, alheia ao mundo?  Ou que o o mundo está pior do que pensavamos?  A verdade é que todas as razões para escrever o que então se disse eram válidas, mas não passaram a prova de fogo. Porém, o o facto de elas serem expressas como um desejo, e a ambígua sensação de incerteza que percorre o texto parece promenitória: quase que adivinhava, não é?

 

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